Dívidas de contribuintes já podem ser parceladas

O Executivo Municipal de Tangará da Serra iniciou recentemente aos atendimentos do Programa Especial de Regularização Tributária (PERT), dando oportunidades para que os contribuintes inadimplentes com o fisco possam negociar suas dívidas de forma facilitada. Uma das facilidades apresentadas pela Prefeitura Municipal é o parcelamento da dívida, que mesmo assim contará com um desconto especial.

“Foi aprovada no mês de junho uma lei por indicação da maioria dos vereadores estabelecendo condições para implementação de um programa de regularização tributária. Esse programa está sendo adotado pela primeira vez com parcelamento. Anteriormente em todas as oportunidades que o Município proporcionou era com pagamento à vista. Agora temos benefício maior para pagamento à vista e outras condições para pagamento parcelado”, explicou o prefeito Fábio Martins Junqueira, informando que o programa não tem ligação com o Protocolo de Intenções (matéria na página 03), que é outra forma que o Município encontrou de oferecer facilidade para contribuintes inadimplentes regularizarem a situação com o fisco.

Para negociação, o contribuinte pode optar em pagar à vista e terá 100% do incidente sobre juros e multas, do total do débito. Também poderá optar por parcelamento, pois o programa prevê em até 60 parcelas. Optando por até 12 vezes, terá desconto de 80% sobre juros e multas e em 60 parcelas, que é o pagamento máximo, terá 40% nessa transação com o Município.

Conforme o Diário da Serra já veiculou em edições anteriores, Tangará tem atualmente uma dívida ativa que ultrapassa R$100 milhões, montante relativo a diversas espécies tributárias como alvará, Imposto Sobre Serviços (ISS), contribuição de melhoria, Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU), entre outras espécies.

Fonte: Rodrigo Soares - Redação DS

Fávaro reafirma que no PSD não tem caciquismo

Nesta segunda-feira (03.07), o presidente regional do PSD e pré-candidato ao Senado Federal, Carlos Fávaro, concedeu entrevista à Rádio Mega News do município de Nova Mutum (240 km de Cuiabá). Entre diversos assuntos, Fávaro mencionou o projeto político do PSD para as eleições deste ano e ressaltou que o partido segue orientação nacional, mas tem total autonomia para deliberar seus rumos no estado.

“Aqui não tem caciquismo, as decisões não são tomadas de cima pra baixo. Fizemos em Mato Grosso, por exemplo, um diretório estadual, eleito democraticamente, ouvindo as bases. Nós temos o respaldo e a apoio da decisão partidária do nosso presidente, o ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab, que dá total autonomia para deliberarmos em Mato Grosso. O PSD deve convergir nacionalmente no projeto do PSDB, mas isso não impede de tomarmos outra direção, quem vai estabelecer os rumos serão os membros do diretório, as lideranças o estado”. 

Fávaro destacou que, muito em breve, o partido anunciará com quem irá compor a majoritária. “Nos próximos dias iremos divulgar quem será nosso candidato a governador. Vamos buscar um chapão para deputados estaduais e federais e estaremos unidos em um projeto com pessoas comprometidas. Eu serei muito criterioso com quem estarei no palanque porque quero apoiar um governo que honre os compromissos com a sociedade mato-grossense”, enfatizou. 

Em relação à sua renúncia do cargo de vice-governador, Fávaro afirmou que foi uma decisão partidária. “Com o novo projeto da pré-candidatura ao Senado, não era justo fazer isso com salário e estrutura de vice-governador, com carro, segurança, motorista, equipe.. tudo pago pela população. Além disso, precisava de liberdade para apontar o que julgava errado e para conversar com outros partidos visando a construção de um projeto maior para o estado”. 


Durante a entrevista, o pré-candidato também foi questionado sobre as pesquisas eleitorais. “As pesquisas servem de referência e mostram o momento atual e estou entre os quatro pré-candidatos com maior intenção de voto, inclusive, ficando à frente nessa região médio-norte. Sou desconhecido da maioria da população porque sou novo na política, mas um dado interessante é que de cada 10 pessoas me conhecem, 8 votariam em mim e as outras duas poderiam votar. Fiquei muito satisfeito com esse resultado”. 

Fávaro encerrou destacando a crise política do país. “Não é fácil se apresentar na política em um momento em que a população está indignada com tantos fatos que acontecem cotidianamente. Mas as pessoas de bem precisam participar desse processo porque somente assim conseguiremos resolver os problemas sociais. É importante que a população critique e cobre dos políticos, precisamos dessa participação popular para ter pessoas realmente comprometidas com o coletivo”, finalizou.

Fonte: Andréia Sversut
Assessoria Carlos Fávaro