Sicredi lança Máquina Compacta de Cartões e reforça atuação no mercado de meios de pagamento

Nova solução chega para dar ainda mais conveniência aos associados e aumentar o portfólio de adquirência da instituição financeira cooperativa 

Em um mundo cada vez mais dinâmico, todos procuram meios mais flexíveis, seguros, práticos e ágeis de realizar pagamentos, transações e outros serviços financeiros. Com o objetivo de oferecer cada vez mais conveniência, o Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 4 milhões de associados e atuação em 22 estados e no Distrito Federal – lança a Máquina Compacta de Cartões. 

A nova solução, voltada principalmente para microempreendedores individuais (MEIs), autônomos e profissionais liberais, oferece mais mobilidade e autonomia na hora de realizar vendas. A Máquina Compacta de Cartões opera sem bobina, aceita os principais cartões (débito, crédito e refeição), bem como pagamentos por aproximação (NFC) e realiza recarga de celular pré-pago. A novidade não tem aluguel ou taxa de adesão e já vem com WI-FI, chip e plano grátis, eliminando a necessidade de número de celular para funcionamento. 

“Por meio do produto, conseguimos aprimorar ainda mais a oferta de serviços financeiros aos nossos associados. Com a Compacta, mais empreendedores poderão concentrar o recebimento de suas vendas no Sicredi, simplificando sua gestão, ao mesmo tempo que geram valor para a sua região”, explica Gisele Rodrigues, superintendente de Soluções de Pagamento do Sicredi. 

A Máquina Compacta de Cartões do Sicredi aceita as bandeiras Visa, Master, Elo, Hipercard, Amex, Sorocred, Banescard, Ticket, Sodexo, Alelo e Cabal Vale. Com ela, por meio do portal de serviços, os associados conseguem gerenciar suas vendas e controlar os rendimentos do seu negócio, por meio do portal de serviços da Compacta. Para adquirir a máquina compacta do Sicredi, o associado precisa ir até sua agência do Sicredi e realizar a contratação. 

“Esta nova oferta reforça a presença do Sicredi no mercado de adquirência, iniciada no final de 2017, ao mesmo tempo que possibilita mais comodidade aos associados, com um produto sob medida que cabe, literalmente, na palma da mão”, resume Gisele. 

Entrada no mercado de meios de pagamento 

Em novembro de 2017, o Sicredi deu o pontapé inicial para a entrada no segmento com o lançamento da própria Máquina de Cartões. A solução visava atender às necessidades das cooperativas filiadas por um equipamento próprio do Sicredi e trouxe ainda mais autonomia e flexibilidade aos negócios dos associados. 

Segundo o ranking de credenciadoras publicado pelo Card Monitor, o Sicredi apresentou crescimento de 320,7% em credenciamentos na comparação entre o primeiro trimestre de 2018 e o mesmo período de 2019, sendo o maior percentual entre os participantes no ranking. Além disso, desde quando o projeto foi lançado, já foram instaladas mais de 150 mil máquinas de cartões do Sicredi nos 22 estados onde a instituição atua. No final de julho, a solução do Sicredi atingiu um total de 10 bilhões de faturamento, com uma média mensal de 850 milhões de volume transacionado. 

A máquina de Cartões do Sicredi traz todas as funcionalidades de uma máquina de cartões - crédito, débito e voucher - com destaque para segurança nas operações, centralização dos recebíveis, taxas mais acessíveis, possibilidade de escolher o prazo de recebimento das vendas a crédito a partir de dois dias, além de uma plataforma de gerenciamento exclusiva. 

Sobre o Sicredi 

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). 

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. 


Fonte: Keila Volkmer de Oliveira
Assessora de Comunicação e Marketing
Comunicação e Marketing

Saúde libera R$ 31,9 mi para promover alimentação saudável

O Ministério da Saúde liberou R$ 31,9 milhões para incentivar ações de alimentação e nutrição nos serviços de Atenção Primária. Deste total, são R$ 24,6 milhões para custeio dos serviços em 1.259 municípios do país, alcançando a cerca de 158 milhões de pessoas, além de R$ 7,3 milhões para compra de equipamentos. Os recursos são destinados às ações de promoção da alimentação saudável e prevenção de doenças como sobrepeso, obesidade, desnutrição e anemia, além de qualificar equipes de profissionais que atuam na área. As portarias que autorizam a liberação desses recursos foram publicadas neste mês no Diário Oficial da União.

Os recursos repassados para custeio dos serviços às secretarias estaduais e municipais de saúde são definidos pelo porte populacional. De acordo com o Programa de financiamento das Ações de Alimentação e Nutrição (FAN), cidades entre 30 e 49,9 mil habitantes recebem o valor de R$ 12 mil; entre 50 e 99,9 mil recebem o total de R$ 13 mil; já cidades entre 100 mil e 149,9 mil habitantes recebem R$ 16 mil. Os municípios com população acima de 150 mil habitantes recebem valores proporcionais, com variação de R$ 20 a R$ 100 mil.

“É na Atenção Primária que o cidadão consegue ter atendimento multiprofissional, com um olhar particular às suas necessidades, trabalhando desde a prevenção de agravos nutricionais relacionados à deficiência de micronutrientes, como anemia e hipovitaminose A, até doenças crônicas, como obesidade, hipertensão e diabetes por meio de ações que envolvam a vigilância alimentar e nutricional, a alimentação adequada e o incentivo à prática de exercícios físicos”, avalia Eduardo Augusto Fernandes Nilson, Coordenador-Geral substituto de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde.

Estruturação dos serviços

Para a compra de equipamentos voltados à vigilância alimentar e nutricional, o Ministério da Saúde liberou R$ 7,3 milhões. O recurso permite que Unidades de Saúde da Família de 123 municípios adquiram equipamentos para avaliação das medidas físicas dos pacientes, desde balança pediátrica até pinça para medir com precisão absoluta (paquímetro). A iniciativa permite que os municípios adquiram esses equipamentos antropométricos para a estruturação da Vigilância Alimentar e Nutricional local.

Alimentação Saudável

Manter uma alimentação saudável, acompanhada da prática regular de atividades físicas evita doenças que muitas vezes podem até levar ao óbito. O consumo excessivo de sal, por exemplo, pode provocar hipertensão arterial que, por sua vez, contribui como fator de risco para mais de 40% das doenças cardíacas e acidentes vasculares cerebrais. Também está associado ao câncer gástrico, pedras nos rins e osteoporose. O consumo exagerado de açúcar também apresenta malefícios, como o risco aumentado para o desenvolvimento de doenças como o diabetes.

“Melhorar as condições alimentares, nutricionais e de vida das pessoas é primordial para deter a prevalência da obesidade no país”, explica Eduardo Augusto Fernandes Nilson.

Dados da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde, apontam o aumento de 67,8% nos últimos treze anos da obesidade no Brasil, saindo de 11,8% em 2006 para 19,8% em 2018.

Para aumentar o hábito da prática de atividades físicas e reduzir as doenças relacionadas ao sedentarismo entre os brasileiros, o Ministério da Saúde, lançou em 2011, o Programa Academia da Saúde. Atualmente, existem 4.838 polos habilitados e 1.475 funcionando em 1.100 municípios. Entre janeiro e junho deste ano, o Ministério da Saúde já repassou R$ 24,2 milhões para custeio dessas unidades. 

O mesmo estudo aponta ainda mudança significativa nos hábitos alimentares dos brasileiros. Em 2018, aumentou em 15,5% o consumo recomendado de frutas e hortaliças pela Organização Mundial da Saúde (cinco porções diárias pelo menos cinco vezes na semana) na comparação com 2008. O Guia Alimentar para a População Brasileira, lançado pelo Ministério da Saúde, é o principal orientador de escolhas alimentares mais adequadas e saudáveis pela população, baseado principalmente no consumo de alimentos in natura ou minimamente processados. As informações também são úteis para a prevenção e controle de doenças específicas, como a obesidade, a hipertensão e o diabetes.

Também para incentivar uma alimentação adequada e saudável, o governo brasileiro se comprometeu a reduzir 144 mil toneladas de açúcar de bolos, misturas para bolos, produtos lácteos, achocolatados, bebidas açucaradas e biscoitos recheados. O acordo segue o mesmo parâmetro do feito para a redução do sódio, que foi capaz de retirar mais de 17 mil toneladas de sódio dos alimentos processados em quatro anos.

Veja aqui as portarias que autorizam os recursos: Portaria nº 2.088, Portaria nº 2.068, Portaria nº 2.076, Portaria Nº 2.069

Fonte:Assessoria Ministério da Saúde

“Se há alguma coisa errada, estamos prontos para revogar”, afirma Vagner Constantino sobre PL 52/2019

O relator da Comissão de Finanças e Orçamento (CFO) da Câmara Municipal, vereador Vagner Constantino Guimarães (PSDB), disse hoje a imprensa tangaraense que o Poder Legislativo analisou toda a documentação que acompanhava o Projeto de Lei 52/2019 e não encontrou problemas, vindo a aprová-lo no dia 25 de junho. Apesar da aprovação, afirmou o vereador disse que, em confirmadas irregularidades, a lei que autorizou a dação de lotes em pagamento pode ser revogada.

“A Câmara aprovou com as informações que tinha, informações recebidas do Poder Executivo que é autor daquele projeto. Os vereadores analisaram, as comissões estudaram, mas a documentação que havia no projeto. Agora, se constatou-se que aquilo tinha erro, problema de avaliação ou alguma irregularidade, que fique bem claro a toda lei aprovada pode também ser revogada. Se tem algo que foi aprovado aqui que gera prejuízo, acredito que todos os vereadores farão valer o poder que têm de propor a revogação e corrigir o que está errado. Mas precisamos verificar e confirmar essas irregularidades antes, para não cometermos um erro maior ainda”, explica o vereador.

O projeto em questão foi votado em segunda discussão na sessão dia 26 de junho, aprovado por 12 votos a 01. O PL 52/2019, de autoria do Poder Executivo Municipal, autorizou o Município a efetuar a dação dos lotes 02, 03, 05, 06 e 07 da Quadra 06 do Jardim Tangará II a João Emídio do Nascimento, José Miguel do Nascimento, Gerci Lúcio do Nascimento, Adelino do Nascimento, Ana Cipriana do Nascimento, Manoel do Nascimento, Joaquim Paulo do Nascimento e Maria José do Nascimento, em pagamento pela desapropriação de áreas para a duplicação da Avenida Ismael José do Nascimento e abertura das ruas 03-A, 34, 36 totalizando 7.254,27 metros quadrados.

“Se passou na frente de outros casos parecidos, isso tem que ser verificado mesmo. O Poder Executivo que é responsável por encaminhar o projeto para a Câmara e não pode privilegiar ninguém. Da tramitação na Câmara, posso garantir é que dentro das comissões e em plenário, o rito foi respeitado, assim como fazemos com todos os projetos. Quando as avaliações, se houve problemas, isso precisa ser apurado e temos que encaminhar até ao Ministério Público porque nós aqui analisamos as avaliações que acompanham os projetos e queremos crer que sejam fiéis a realidade, até porque fraudar uma avaliação isso seria um crime gravíssimo”, afirma Professor Vagner.

O QUE DIZIA O PROJETO - De acordo com a documentação que acompanhava o PL 52, os lotes doados pelo Município foram avaliados em R$ 553.846,80 (quinhentos e cinquenta e três mil, oitocentos e quarenta e seis reais e oitenta centavos), e a área desapropriada pelo Município, no ano de 2008, foi avaliada pela Comissão de Avaliação de Imóveis em R$ 384.191,97 (trezentos e oitenta e quatro mil, cento e noventa e um reais e noventa e sete centavos), sendo que o valor não foi pago à época, sendo atualizado, em 2019, para R$ 668.700,14 (seiscentos e sessenta e oito mil, setecentos reais e quatorze centavos).

De acordo com o projeto votado pelos vereadores, apurou-se que os expropriados tinham débitos com o Município no valor de R$ 133.371,00 (cento e trinta e três mil e trezentos e setenta e um reais). Após encontro de contas, apurou-se que os expropriados ainda teriam que recolher aos cofres municipais de R$ 18.517,66 (dezoito mil, quinhentos e dezessete reais e sessenta e seis centavos) para concretização da operação.

Fonte: Marcos Figueiró - Assessoria de Imprensa