Unemat ajuda agricultores familiares de Tangará da Serra na gestão e venda de produtos

A garantia da comercialização de alimentos produzidos por agricultores familiares é um dos objetivos do grupo de pesquisa Gestão em Agricultura Familiar e Agroecologia (Gafa), do curso de Administração da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Tangará da Serra. O grupo de pesquisa assessora os agricultores familiares do Assentamento Antônio Conselheiro.

Na primeira parte da assessoria, os agricultores fazem o levantamento dos produtos disponíveis para comercialização e montam cestas de alimentos, denominadas Cestas da Reforma Agrária. Já na segunda parte, o Gafa divulga as cestas e seus produtos, bem como realiza a entrega para os consumidores.

Para o líder do grupo de pesquisa, professor José Roberto Rambo, a iniciativa é uma maneira de fortalecer a agricultura familiar em Tangará da Serra, principalmente nesse período de pandemia de Covid-19. “Assim colaboramos com os agricultores familiares do Assentamento que, nesse momento de pandemia do coronavírus, produzem alimentos, mas encontram dificuldades para comercializá-los”, afirma o professor.

O diretor político-pedagógico e financeiro do Câmpus de Tangará da Serra, Magno Alves, também consumidor da cesta, salienta que o projeto contribui na valorização do produto local. “É produção da nossa terra, direto para a nossa mesa”, ressalta o diretor.

Até o momento foram comercializadas e entregues 12 cestas de alimentos para a comunidade de Tangará da Serra. Uma delas foi adquirida pelo morador Ander Santos, que se mostrou bastante satisfeito. “Adquirir a cesta da reforma agrária é ter certeza de estar consumindo produtos de qualidade, direto do Assentamento Antônio Conselheiro”, comenta Ander.

O contato para a aquisição das cestas da reforma agrária pode ser realizado pelo e-mail cestabasica.tga@unemat.br. A quantidade de cestas é limitada.

Sobre o Gafa

O grupo de pesquisa Gafa atua desde 2003, desenvolvendo pesquisas que visam a geração de conhecimento da realidade da organização rural familiar em seus aspectos sociais, políticos, econômicos, tecnológicos, culturais e ambientais. Os pesquisadores também produzem indicadores de sustentabilidade que auxiliam na tomada de decisão para o processo de transição da agricultura convencional para a agricultura agroecológica.

Fonte: Assessoria Câmpus