ACT e Esportes realizarão GP Tangará de Ciclismo

Primeira etapa ocorrerá em 30 de julho

A Associação Ciclística Tangaraense (ACT), em parceria com a Secretaria Municipal de Esportes, realizará no dia 30 de julho, a primeira etapa do GP Tangará de Ciclismo, que terá outras duas.

De acordo com o presidente da ACT, Danilo Monteiro, as inscrições poderão ser feitas na loja Bike Shop, localizada na Avenida Tancredo de Almeida Neves, no centro da cidade.

“Vai ter uma prova de contrarrelógio no sábado e uma prova de ciclismo e mountain bike no domingo. É uma prova de circuito, começando a partir das 07h00. Será R$ 30,00 mountain bike e R$ 50,00 speed. Teremos as categorias elite e master”, afirmou.

Conforme Danilo, que recém assumiu a presidência da associação, o dinheiro das inscrições será utilizado no desenvolvimento dos trabalhos da ACT.

“Esse dinheiro vai ser utilizado para estruturar a associação, nós não temos pódio, sistema de cronometragem, hoje nosso caixa é zerado. A intenção é fazer eventos em parceria com a prefeitura e fomentar o esporte local e gerar fundos para a nossa associação, visto que nós mandamos nossos atletas para participar de competições fora”, complementou, ao citar nomes como os de Sidney Canela e Franciele Almeida, apenas dois entre vários outros que representam o município em competições em diversas partes do Brasil.

Ainda sobre o GP, esta será a primeira competição de contrarrelógio no estado de Mato Grosso neste ano.

“É uma prova diferente, os atletas largam individualmente, ganha quem faz o menor tempo no percurso, é bem bacana. Na speed, largam todos juntos e quem chegar primeiro vence”, finalizou.

Paulo César Desidério - Redação DS

Ministério Público moverá ação por câmeras de segurança em Tangará

“É um equipamento eletrônico que precisa de manutenção”, diz promotora

O Ministério Público, por meio da 1ª Promotoria Cível de Tangará da Serra, moverá uma ação cobrando tanto do Governo do Estado de Mato Grosso e da Prefeitura Municipal de Tangará da Serra, a manutenção das câmeras de segurança instaladas no município. Na edição desta quarta-feira, 19, o DS publicou entrevista com o secretário executivo do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), Juscemilson Nazário, onde ele afirma que de quinze, apenas três estariam funcionando.

De acordo com a promotora Claire Vogel Dutra, desde o ano passado a situação vem sendo apurada e a preocupação do Ministério Público é resolver a burocracia no caso.

“Pode ser que seja uma situação simples de se resolver e que alguns entraves burocráticos estejam impedindo que o problema se resolva de forma mais fácil. Contamos com o fundo municipal de segurança pública, tem recursos nesse fundo, que poderia nesse momento resolver a questão no sentido de utilizá-los para o conserto dessas câmeras e num segundo momento, passaríamos a discutir de quem é a responsabilidade”, argumentou, ao destacar que na época da instalação dos equipamentos, os governos do estado e do município não se atentaram em fazer um pacto para estabelecer as competências da manutenção dos aparelhos periodicamente.

“É um equipamento eletrônico que está sujeito a intempéries, fica a céu aberto, é chuva, sol, raios. É um equipamento eletrônico que precisa de uma manutenção, com o tempo vai se desgastando, deteriorando, então precisa fazer uma manutenção periódica”, complementa. 

Paulo César Desidério - Redação DS